Construção sobre demonstração.
IA aplicada vive em produção, não em deck. Cada engajamento entrega um artefato que funciona amanhã — não uma promessa para o próximo trimestre.
IA em produção, não em deck. 2–3 engajamentos por vez.
IA aplicada vive em produção, não em deck. Cada engajamento entrega um artefato que funciona amanhã — não uma promessa para o próximo trimestre.
O modelo certo é consequência do problema correto. Mapear o fluxo, identificar o gargalo, e só então decidir se LLM, RAG, agente ou simplesmente um script resolve.
O time interno termina capaz de iterar sozinho. Documentação, código e mental model passam junto — consultoria que dura é a que aposenta o consultor.
Cada frente é mobilizada conforme o diagnóstico. Não há combo pré-definido — o problema dita o que vem junto. A entrega final é sempre algo em produção: que sua equipe usa amanhã.
Onde IA faz sentido no seu negócio — e onde definitivamente não faz. Diagnóstico, oportunidades priorizadas, roadmap executável.
Workflows com LLMs orquestrando seu stack atual. Sem reescrever nada.
Agentes especializados em domínio, com guardrails e ciclo de avaliação. Para escopo fechado em um caso só, ver /agentes.
Backoffice + IA + integração — construído como software, não como POC.
Antes de escalar, medir. Após escalar, monitorar. Sem isso, é fé.
Engenheiros embedded no seu time. Você comanda, eu entrego.
engajamentos simultâneos
foco profundo, não pipeline
waitlist sem clareza
só entra quem tem problema definido
hands-on
sem mid-management entre você e o código
resposta máxima
durante engajamento — qualquer dia
Sem briefing template. Conversa direta sobre o problema, contexto e o que conta como sucesso.
Imersão no fluxo atual. Mapeamento técnico + entrevistas. Saída: relatório de oportunidades priorizadas.
Ciclos curtos com entrega operável. Você usa, dá feedback, ajustamos. Nada de waterfall.
Documentação, handoff técnico e plano de monitoramento. Saio quando o time roda sem mim.
Posicionamento por subtração. O que não está aqui diz mais sobre o trabalho do que a lista de capacidades.
Não faço chatbots para perguntar FAQ.
→ já existe FAQ.
Não faço brainstorms sem código no final.
→ não vendo ideias.
Não faço decks bonitos sem implementação.
→ não sou agência.
Não faço previsões sobre AGI.
→ não sou futurologista.
Lista pública dos artefatos típicos. Cada engajamento ajusta — mas a tabela abaixo é ponto de partida.
Diagnóstico documentado com gargalos mapeados, oportunidades classificadas por impacto/esforço e recomendação clara do que Gen AI resolve e do que não resolve.
Stack proposta com justificativa: modelo, RAG, agentes, observability, eval. Decisão fundamentada — não modismo.
Agentes, automações, plataformas internas — entregues em sprints curtos. Você usa, dá feedback, ajustamos. Nada de POC abandonada.
Cada caso de uso entra com eval set versionado. Regressão testada. Sem eval, sem deploy.
Logs estruturados, traces de chamadas de ferramenta, dashboards de custo por funcionalidade. Vê o que está acontecendo, decide com dado.
README, runbook, decision log, plano de monitoramento. Time interno termina capaz de iterar sozinho — consultoria que dura é a que aposenta o consultor.
Cada caso é caso. Sem tabela de site institucional — fechamos no WhatsApp, com escopo claro e condições alinhadas.
Diagnóstico
Engajamento
Time augmentado
Em quanto tempo a gente vê resultado?
Você usa qual modelo? GPT? Claude? Llama?
Você fica dentro do meu time ou trabalha remoto?
A IA vai substituir meu time?
O que diferencia consultoria sua de agência ou Big Four?
Trabalha sob NDA / em ambiente regulado?
Conversa de 45 minutos, sem custo, sem proposta enlatada. Você sai com clareza — eu saio sabendo se faz sentido seguir.
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